Dicas da Ju – Burro de carga, nem pensar!!

PoA CC Colaborador Ju SilukAlgumas vezes, precisamos sair de casa com mais do que podemos carregar. Viramos um legítimo burro de carga. Os alforjes estão aí para liberar um pouco do peso das costas, evitando eventuais dores e suor excessivo.

Para quem ainda não conhece, um alforje é uma bolsa ou sacola presa por uma sela, muito usada no transporte de bagagens em animais. Agora, tem versões moderninhas, usadas na lateral da bike. No Brasil, isso ainda não está tão difundido, mas já existem algumas marcas se aventurando por aqui, como a Alforjaria (nacional), a Solid Sport, a Deuter e a Topeak. Todas com muitos modelos e tamanhos diferentes.

Alforjaria 1 PoA CC

Para escolher seu alforje ideal, é preciso que saiba a quantidade de coisas que vai levar. O modelo vai variar dependendo do volume. Importante também é tentar não deixar a bike muito pesada. Quanto ao formato, não podem ser muito largos, porque desestabilizam a bicicleta. Os alforjes traseiros não podem ser muito longos, para não baterem nos calcanhares nem entrarem na roda.

Solid Sport PoA CC

Outra dica bacana é cuidar a fixação dele na bike. Deve ficar firme para aguentar buracos e não cair. Deve também ser fácil de colocar e tirar, afinal é para facilitar a vida, não é mesmo?

Deuter PoA CC

Para dias chuvosos, muitos modelos já vêm com capinhas de chuva, outros mais modernos – e mais caros –, com costuras seladas, o que dispensa o uso das capas. Mas tome cuidado, pois em algumas marcas, como a Topeak, a fixação e encaixe só é possível nos bagageiros da própria marca.

Topeak PoA CCFonte das imagens: http://bit.ly/RC6nJh http://bit.ly/1hz815y http://bit.ly/1kobkBu http://bit.ly/SR3ipW

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Sobre Deb Dorneles

Em meus diferentes momentos de sentir, gosto de recortar a realidade, abrir pequenas janelas para o que vejo, e fechar portas para o que quero deixar lá fora. Percebo algo muito natural e delicado no que observo, e faço registros desses olhares externos para que reflitam o que se passa internamente. Há um tempo passando, há vida acontecendo, há uma perecividade de que fugimos, e as fotografias podem nos fazer escapar disso, congelando, protegendo, iludindo. Ou servir de lembretes de nossa mortalidade, interpretando, revelando, expondo, como em um sonho bom ou nem tanto. Gosto de brincar com essas forças e provocar a mim mesma com suas diferentes possibilidades. Faço imagens para que entretenham-me e não me deixem esquecer. Embelezo a angústia e simplifico a alegria, assim continuo respirando, avançando, sendo. ♕
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